A coisa é toda meio surreal: você espera por uma hora numa fila com os casais de todos os tipos - das meninas de grinalda, às de tailleur, passando pelos casais de jeans, como nós... -, depois senta num guichê que parece caixa de banco e descobre que virou "nubente"e que vai "contrair matrimônio". Legal e de direito. Ui! Não dava pra simplificar?
Ainda bem que a juíza Vitória (nome sugestivo, né?) era uma figura, e deixou tudo bem mais divertido. Fez um discurso bacana, pediu um minuto de meditação e ainda leu a sorte nas alianças como se jogasse búzios. Ah, e ainda foi criativa e ecológica ao enrolar a certidão de casamento com um lacinho de papel de impressora reaproveitado.
Se alguém tiver alguma coisa contra, podem procurar a Jaque ou a Luísa, que testemunharam tudo e assinaram embaixo! Nas fotos tem também o Pedro, a mamãe e o papai da Pri, que vieram ver para crer...

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